Entre no link a seguir e confira o trabalho da turma para a região Sul
http://salacristinageo.blogspot.com.br/2014/04/regiao-sul-do-brasil-resumo-das.html
“O projeto não é uma simples representação do futuro, do amanhã, do possível, de uma ideia; é o futuro a fazer, um amanhã a concretizar, um possível a transformar em real, uma ideia a transformar em ato" Machado 2000
quinta-feira, 24 de abril de 2014
segunda-feira, 24 de março de 2014
Locais da cidade do Rio de janeiro , passado e presente
Se você deseja conhecer histórias e locais interessantes da cidade do Rio de janeiro entre no link a seguir :
http://salacristinageo.blogspot.com.br/2014/01/pontos-turisticos-e-locais-da-cidade-do.html?view=magazine
quarta-feira, 29 de janeiro de 2014
Mobilidade urbana a partir da musica Rodo cotidiano do grupo Rappa
Mais um mini projeto na atividade a seguir. Entre no link e veja o inicio ....
http://salacristinageo.blogspot.com.br/2014/01/a-geografia-critica-na-sala-de-aula.html
Após o debate em classes usando da letra da musica ( situação do trabalhador urbano no transporte de massa) o professor explora o tema "Mobilidade urbana nas grandes Metrópoles" e como atividade complementar propõe uma tarefa individual em que o aluno vai comparar seu dia adia com a situação colocada na musica semelhanças e diferenças.
http://salacristinageo.blogspot.com.br/2014/01/a-geografia-critica-na-sala-de-aula.html
Após o debate em classes usando da letra da musica ( situação do trabalhador urbano no transporte de massa) o professor explora o tema "Mobilidade urbana nas grandes Metrópoles" e como atividade complementar propõe uma tarefa individual em que o aluno vai comparar seu dia adia com a situação colocada na musica semelhanças e diferenças.
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
A Psicopedagogia na Instituição Escolar
A Psicopedagogia na Instituição Escolar
Adaptação dos textos de Silmaia Sampaio e Silvia carvalho
A Psicopedagogia estuda o processo de aprendizagem
e suas dificuldades, tendo, portanto, um caráter preventivo e terapêutico.
Preventivamente deve atuar não só no âmbito escolar, mas alcançar a família e a
comunidade, esclarecendo sobre as diferentes etapas do desenvolvimento, para
que possam compreender e entender suas características evitando assim cobranças
de atitudes ou pensamentos que não são próprios da idade. Terapeuticamente a
psicopedagogia deve identificar, analisar, planejar, intervir através das
etapas de diagnóstico e tratamento.
Os psicopedagogos são profissionais preparados para atender crianças, adolescentes e adultos com problemas de aprendizagem formal e/ou organizacional atuando na sua prevenção, diagnóstico e tratamento clínico ou institucional.
O psicopedagogo poderá atuar em escolas, empresas e na área da saúde (psicopedagogia institucional), ou na clínica (psicopedagogia clínica).
Para conhecimento, o psicopedagogo na clínica, através de um processo diagnóstico, irá identificar as causas dos problemas de aprendizagem. Para tanto, usará instrumentos tais como, provas operatórias (Piaget), provas projetivas (desenhos), histórias, material pedagógico etc.
Na clínica, o psicopedagogo fará uma entrevista inicial com os pais ou responsáveis para conversar sobre horários, quantidades de sessões, honorários, a importância da frequência e da presença e o que mais for necessário. Neste momento não é recomendável falar sobre o histórico do sujeito, já que isto poderá atrapalhar a investigação. O histórico do sujeito, desde seu nascimento, será relatado ao final das sessões numa entrevista chamada anamnese, com os pais ou responsáveis.
Geralmente faz-se o diagnóstico entre 6 a 8 sessões. O ideal é que haja duas sessões por semana.
O psicopedagogo na instituição escolar poderá:
- ajudar os professores, auxiliando-os na melhor
forma de elaborar um plano de aula para que os alunos possam entender melhor as
aulas;
- ajudar na elaboração do projeto pedagógico;
- orientar os professores na melhor forma de
ajudar, em sala de aula, aquele aluno com dificuldades de aprendizagem;
- realizar um diagnóstico institucional pedagógico
para averiguar possíveis problemas que possam estar prejudicando o processo
ensino-aprendizagem;
- conversar com a criança ou adolescente quando
este precisar de orientação.
- conversar com os pais para fornecer orientações;
- conversar com os pais para fornecer orientações;
- auxiliar a direção da escola para que os
profissionais da instituição possam ter um bom relacionamento entre si;
- conversar com a criança ou adolescente quando este precisar de orientação.
- encaminhar o aluno para um profissional
(psicopedagogo, psicólogo, fonoaudiólogo etc) a partir de avaliações
psicopedagógicas
A escuta é fundamental para que se possa conhecer como o sujeito aprende, e como diz Nádia Bossa, “perceber o interjogo entre o desejo de conhecer e o de ignorar”.
O psicopedagogo também deve estar preparado para lidar com possíveis reações frente a algumas tarefas, tais como: resistências, bloqueios, sentimentos, lapsos etc.
E não parar de buscar, de conhecer, de estudar, para compreender de forma mais completa estas crianças ou adolescentes já tão criticados por não corresponderem às expectativas dos pais e professores.
A escuta é fundamental para que se possa conhecer como o sujeito aprende, e como diz Nádia Bossa, “perceber o interjogo entre o desejo de conhecer e o de ignorar”.
O psicopedagogo também deve estar preparado para lidar com possíveis reações frente a algumas tarefas, tais como: resistências, bloqueios, sentimentos, lapsos etc.
E não parar de buscar, de conhecer, de estudar, para compreender de forma mais completa estas crianças ou adolescentes já tão criticados por não corresponderem às expectativas dos pais e professores.
O
diagnóstico psicopedagógico é um processo sistêmico que tem um caráter
dialético, e busca entender causas, a partir de uma sintomatologia, que leva às
intervenções pertinentes a fim de produzir o equilíbrio do sujeito em análise
ou da instituição pesquisada. O diagnóstico psicopedagógico se reveste de
plasticidade e reversibilidade já que pode ser revisado no contínuo do seu
movimento. As intervenções se dão a partir de uma postura investigadora do
psicopedagogo seja na clínica ou na instituição.
É possível conceber que o trabalho na instituição poderá ser aprofundado, enriquecido, complementado pelo olhar clínico, que tem uma característica terapêutica e pode dar conta das demandas do sujeito que atua como minipeça integrante de um maximecanismo. Porém, é importante sinalizar que os instrumentos de avaliação diagnóstica utilizados na clínica, não devem na sua maioria, ser utilizados no diagnóstico da instituição, já que este último pretende traçar o perfil do grupo (CARLBERG, 1998).
Os aspectos divergentes deste trabalho são observáveis quando levamos em consideração que na instituição o psicopedagogo atua reestruturando a função desta junto aos envolvidos, identificando sintomas bloqueadores do processo ensino-aprendizagem, redimensionando as vias e os mecanismos de aquisição dos conhecimentos, bem como administrando ansiedades e conflitos que refletem no dinamismo intergrupal.
Na clínica é estudada a aprendizagem normal e patológica tanto com um sentido preventivo como terapêutico, sendo investigado o significado, as causas e a modalidade de aprendizagem do sujeito com intervenções realizadas – a partir de uma metodologia clínica – no intuito de ressignificar o processo e/ou sanar as dificuldades. Com um olhar focalizado na história do sujeito, psicopedagogia trabalha sobre as causas a partir da identificação dos sintomas.
Os aspectos convergentes podem ser ressaltados quando se constata que:
tanto o psicopedagogo com atuação na instituição quanto o psicopedagogo com atuação na clínica realizam intervenção utilizando métodos, instrumentos e técnicas próprias da Psicopedagogia; atua na prevenção dos problemas de aprendizagem; desenvolve pesquisas e estudos científicos relacionados ao processo de aprendizagem e seus problemas; tem como objetivo devolver ao sujeito o prazer de aprender e criar estratégias de resgate e exercício da autonomia; orienta, coordena e supervisiona cursos de especialização de Psicopedagogia, em nível de pós-graduação.
O diagnóstico psicopedagógico é um instrumento que investiga os elementos que se interpõem no processo de aprendizagem do sujeito. Pois, podemos pensar que o sujeito aprendente está lá... aqui... encontra-se num espaço temporal, dimensional e existencial permeado de suposições sobre o eu orgânico, o eu emocional, o eu mental, o eu psíquico, o eu energético. Impressões que são mediatizadas pelo outro – a família, a escola, a religião, o estado - e transformadas em mitos, meias-verdades refletidas nos espelhos das verdades do outro, espaços do eu que por vezes são intangíveis, mas que de alguma forma são organizados pelas estruturas cognitivas. Nesse processo de compreensão e contextualização da realidade alguns percalços podem ser visíveis pois o sujeito se mistura em suas impressões e necessita ser reconduzido em sua trajetória pessoal investido da energia necessária para o saber de si, do outro e do mundo.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
A primeira escola pública do Rio de Janeiro
"Uma das regiões mais populosas e ativas do Rio antigo, a freguesia de Santana tinha como ponto focal a famosa Praça Onze, em torno da qual girava a vida da comunidade. O bairro, conhecido pela sua ligação com a história do samba, abrigava diversas indústrias, lado a lado com residências, comércio, diversão e atividades culturais.

A primeira escola municipal, no coração da Praça Onze
As necessidades educacionais da população local eram em grande parte supridas por uma bela escola, situada em um dos cantos da praça, entre esta e o Canal do Mangue. Inaugurada em 4 de agosto de 1872, com a presença do Imperador e vários ministros, foi a primeira instituição de ensino municipal do Rio de Janeiro, construída a partir de uma proposta da Câmara. Foi batizada com o nome de São Sebastião. Para atender a um público diversificado, determinou-se que, além da instrução primária durante o dia, fossem ministradas aulas noturnas aos operários e mestres de obras, uma novidade então."
"O prédio, de estilo clássico e sóbrio, prosseguiu sua missão por várias décadas, fazendo parte do cotidiano dos habitantes e se tornando um ponto de referência tão conhecido quanto o chafariz da praça, de Grandjean de Montigny, hoje no Alto da Boa Vista. Mudanças políticas advindas com a República, contudo, fizeram com que seu nome mudasse para Benjamim Constant, em 1897.
Após quase 70 anos de atividade, a escola, como a própria praça, iria desaparecer na abertura da Av. Presidente Vargas, iniciando o esvaziamento de um bairro cuja rica e pulsante vida ficaria para sempre retratada nas letras dos sambas de outrora."
Fonte : Rio Antigo por Paulo Pacini
A primeira escola municipal, no coração da Praça Onze
As necessidades educacionais da população local eram em grande parte supridas por uma bela escola, situada em um dos cantos da praça, entre esta e o Canal do Mangue. Inaugurada em 4 de agosto de 1872, com a presença do Imperador e vários ministros, foi a primeira instituição de ensino municipal do Rio de Janeiro, construída a partir de uma proposta da Câmara. Foi batizada com o nome de São Sebastião. Para atender a um público diversificado, determinou-se que, além da instrução primária durante o dia, fossem ministradas aulas noturnas aos operários e mestres de obras, uma novidade então."
"O prédio, de estilo clássico e sóbrio, prosseguiu sua missão por várias décadas, fazendo parte do cotidiano dos habitantes e se tornando um ponto de referência tão conhecido quanto o chafariz da praça, de Grandjean de Montigny, hoje no Alto da Boa Vista. Mudanças políticas advindas com a República, contudo, fizeram com que seu nome mudasse para Benjamim Constant, em 1897.
Após quase 70 anos de atividade, a escola, como a própria praça, iria desaparecer na abertura da Av. Presidente Vargas, iniciando o esvaziamento de um bairro cuja rica e pulsante vida ficaria para sempre retratada nas letras dos sambas de outrora."
Fonte : Rio Antigo por Paulo Pacini
terça-feira, 7 de junho de 2011
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